😔 Todos os dias, à mesma hora, um homem idoso vinha ao parque e se sentava no mesmo banco : após a sua morte, as pessoas encontraram uma carta escondida entre o assento e o encosto desse banco e começaram a vir sentar-se ali no seu lugar.
Todos os dias, às quatro horas em ponto, um homem idoso chegava ao parque. Ele usava um casaco gasto e sempre segurava uma revista na mão, que nunca lia.
Todos já o conheciam. As crianças o cumprimentavam ao passar. Todos os dias, ele ficava apenas uma hora observando as pessoas, depois ia embora sempre no mesmo horário. Tornou-se um ritual, e as pessoas sempre deixavam o seu banco livre.
Um dia, ele parou de aparecer e, mais tarde, soube-se que havia falecido. Alguns dias depois, encontraram uma carta entre o assento e o encosto do seu banco.
Essa carta se espalhou pelo bairro mais rápido do que qualquer notícia. Todos a leram e, já no dia seguinte, as pessoas começaram a ir sentar-se no seu banco, no seu lugar.
O conteúdo dessa carta está no artigo do primeiro comentário 👇👇👇.
Na sua carta, ele escrevia:
“Faz dez anos que eu espero aqui pela minha esposa.
Eu sei que isso pode parecer loucura, mas se tornou a minha maneira de permanecer perto dela.
Ela morreu voltando do trabalho, passando por este parque, exatamente às 16h20.
Desde aquele dia, venho sentar-me neste banco, no mesmo horário, para imaginar os seus passos, o seu olhar, talvez até o seu sorriso ao atravessar este lugar.
Às vezes, fecho os olhos e ouço a sua voz.
Se você também sente falta de alguém, sente-se comigo.
Você não precisa falar, podemos simplesmente ficar aqui, em silêncio.
A espera se torna um pouco menos pesada quando não estamos sozinhos.”

